Muitas vezes nos deparamos com receitas que parecem, e muitas vezes são mesmo, inspiradoras, mas na hora da confecção algo parece que dá errado.
O pão, apesar de parecer de simples confecção, não é, enquanto não se sabe como manipular seus humores.
Quando se tem experiência na feitura de pão, a gente sabe que uma vírgula aqui,umas aspas ali, uma exclamação mais prá lá, são significativas, e como!
Se pensarmos na estrada percorrida pelo pão,é possível perceber de quantas maneiras mudou.
Do mingau insosso ao bolo doce e dele ao pão ázimo, até a descoberta casual do fermento e até aqui, a essa tentação insuperável que é hoje. Mas tem truques...
Na maior parte das vezes, o que fazemos em casa fica meio fofo, meio fosco, meio pesado.
Fica sempre a dúvida da temperatura do líquido, de que fermento usar, e, uma quase certeza: pão caseiro, não fica crocante! Puro mito! Ele pode ficar...
O primeiro módulo do curso de gastronomia vegetariana já fechou as inscrições, a aula é de pães brancos e integrais, massa de pizzas, molho de tomate e variações e a
canelinha de cada receita.
Mais informações sobre os próximos, basta acessar o blog ou deixar um recado no facebook.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
o que é ser vegetariano
Na verdade não comer qualquer tipo de carne ou frutos do mar, ou quaisquer outros animais, não define inteiramanente um vegetariano. Existem categorias como os lacto-vegetarianos, ou os ovo-lacto-vegetarianos, ou ainda os vegans, que não consomem qualquer produto de origem animal. Já está ficando morto de fome?
É nessa vertente que entra um chef cordon vert...
Num país como o Brazil, principalmente, por ser tropical e proporcionar tantas variedades de legumes, verduras e frutas, o cardápio é simplesmente infindável, e, certamente não precisa ser nem monótono e nem indigesto.
A maior parte da culinária indiana por exemplo volta-se para a comida vegetariana, a mediterrânea idem, e o que dizer da oriental, que gosto exótico à parte, usa muitos legumes, vegetais e frutas nas suas cozinhas?
Seja por opção ideológica, religiosa ou mesmo por falta de recursos, esses países se dedicaram a uma alimentação pobre em carne animal, que favorece a uma vida mais saudável ao longo dos anos. Claro está que é necessário mais do que apenas uma boa alimentação para gozarmos de boa saúde e vida longa. Enfim, vamos ao que interessa.
Curryes, massa, pães e pizzas, risotos, cones e wraps, falafels,quiches e tortas salgadas, cozido e até feijoada, omeletes e tortillas. Veloutées, cremes, sopas e saladas, entradas e canapés, enfim, uma variedade que pode ser bonita e saborosa além de equilibrada. Ao contrário do que muitos pensam, o vegetariano não será subnutrido por falta de ingredientes, mas, às vezes, pelo excesso de algum deles. Subnutrido pode ser gordo, mas com falta de nutrientes que mantenham a saúde equilibrada. Um nutricionista ou um chef ( que em geral têm aulas de nutrição e combinação básica de alimentos)podem sempre ajudar aos que já são vegetarianos, aos que querem ser, ou aos que simplesmente desejem variar um pouco.Quer uma receita saborosa e fácil? Bom apetite!
Falafel de lata
Ingredientes:
1 lata de grão de bico
1 cebola
2 dentes de alho bem picados
3 cls de sopa de salsinha bem picada
1 cl de chá de coentro bem picado
1 cl de chá de cominho em pó
2 cls de sopa de farinha de trigo
Sal e pimenta ralados
Preparo:
Escorra o grão de bico e processe rapidamente com os outros ingredientes, a idéia é uma mistura rústica que uma vez frita fique crocante. Molhe as mãos e faça pequenas bolinhas para serem fritas até dourarem. Abra um pão árabe e coloque os falafel, tahini e salada a vontade.
É nessa vertente que entra um chef cordon vert...
Num país como o Brazil, principalmente, por ser tropical e proporcionar tantas variedades de legumes, verduras e frutas, o cardápio é simplesmente infindável, e, certamente não precisa ser nem monótono e nem indigesto.
A maior parte da culinária indiana por exemplo volta-se para a comida vegetariana, a mediterrânea idem, e o que dizer da oriental, que gosto exótico à parte, usa muitos legumes, vegetais e frutas nas suas cozinhas?
Seja por opção ideológica, religiosa ou mesmo por falta de recursos, esses países se dedicaram a uma alimentação pobre em carne animal, que favorece a uma vida mais saudável ao longo dos anos. Claro está que é necessário mais do que apenas uma boa alimentação para gozarmos de boa saúde e vida longa. Enfim, vamos ao que interessa.
Curryes, massa, pães e pizzas, risotos, cones e wraps, falafels,quiches e tortas salgadas, cozido e até feijoada, omeletes e tortillas. Veloutées, cremes, sopas e saladas, entradas e canapés, enfim, uma variedade que pode ser bonita e saborosa além de equilibrada. Ao contrário do que muitos pensam, o vegetariano não será subnutrido por falta de ingredientes, mas, às vezes, pelo excesso de algum deles. Subnutrido pode ser gordo, mas com falta de nutrientes que mantenham a saúde equilibrada. Um nutricionista ou um chef ( que em geral têm aulas de nutrição e combinação básica de alimentos)podem sempre ajudar aos que já são vegetarianos, aos que querem ser, ou aos que simplesmente desejem variar um pouco.Quer uma receita saborosa e fácil? Bom apetite!
Falafel de lata
Ingredientes:
1 lata de grão de bico
1 cebola
2 dentes de alho bem picados
3 cls de sopa de salsinha bem picada
1 cl de chá de coentro bem picado
1 cl de chá de cominho em pó
2 cls de sopa de farinha de trigo
Sal e pimenta ralados
Preparo:
Escorra o grão de bico e processe rapidamente com os outros ingredientes, a idéia é uma mistura rústica que uma vez frita fique crocante. Molhe as mãos e faça pequenas bolinhas para serem fritas até dourarem. Abra um pão árabe e coloque os falafel, tahini e salada a vontade.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
É tempo de figos
A origem é o oriente médio e foi a primeira fruta cultivada pelo homem de forma sistemática.
Delicioso consumido fresco, o figo empresta sua doçura a compotas, doces de corte e geléias que precisam de pouca adição de açúcar, uma vez que enquanto vai amadurecendo, o fruto desenvolve pectina natural que auxilia a geleificação.Frescos ou acompanhados de creme, na forma de sorvete, ou mel, devem ser consumidos com casca bem lavada para retirar a camada branca de pó que protege o fruto de fungos. A casca é rica em fibras, proteínas, sais minerais, goma e mucilagem. A proteína do figo contém todos os aminoácidos essenciais. Os mais abundantes são o ácido aspártico e ácido glutâmico. A polpa é usada em alguns países para amaciar carnes.
Para a confecção de sorvetes existem no mercado sorveteiras à partir de R$100 ( para 1 litro) e podem ser compradas on line.
O custo/beneficio é excelente e evita o uso de gorduras saturadas ou ingredientes artificiais, além de não deixar o sorvete cristalizar. O produto final é de textura cremosa como os sorvetes italianos desde que apenas laticínios de boa qualidade sejam utilizados.
Sorvete de figos e nozes
Ingredientes:
5 a 6 figos em calda
300/400 ml de creme de leite gelado e dessorado
½ a 1 xc da calda da compota
1 punhado de nozes ou pecãs
Preparo:
Processe os 2 primeiros ingredientes e antes de acrescentar a calda da compota cheque a quantidade de açúcar. Acrescente as nozes, e se tiver uma sorveteira, misture por 30 minutos ou até que atinja uma textura cremosa, sirva diretamente da sorveteira ou leve para gelar por 2 ou 3 horas antes de servir.
Delicioso consumido fresco, o figo empresta sua doçura a compotas, doces de corte e geléias que precisam de pouca adição de açúcar, uma vez que enquanto vai amadurecendo, o fruto desenvolve pectina natural que auxilia a geleificação.Frescos ou acompanhados de creme, na forma de sorvete, ou mel, devem ser consumidos com casca bem lavada para retirar a camada branca de pó que protege o fruto de fungos. A casca é rica em fibras, proteínas, sais minerais, goma e mucilagem. A proteína do figo contém todos os aminoácidos essenciais. Os mais abundantes são o ácido aspártico e ácido glutâmico. A polpa é usada em alguns países para amaciar carnes.
Para a confecção de sorvetes existem no mercado sorveteiras à partir de R$100 ( para 1 litro) e podem ser compradas on line.
O custo/beneficio é excelente e evita o uso de gorduras saturadas ou ingredientes artificiais, além de não deixar o sorvete cristalizar. O produto final é de textura cremosa como os sorvetes italianos desde que apenas laticínios de boa qualidade sejam utilizados.
Sorvete de figos e nozes
Ingredientes:
5 a 6 figos em calda
300/400 ml de creme de leite gelado e dessorado
½ a 1 xc da calda da compota
1 punhado de nozes ou pecãs
Preparo:
Processe os 2 primeiros ingredientes e antes de acrescentar a calda da compota cheque a quantidade de açúcar. Acrescente as nozes, e se tiver uma sorveteira, misture por 30 minutos ou até que atinja uma textura cremosa, sirva diretamente da sorveteira ou leve para gelar por 2 ou 3 horas antes de servir.
domingo, 16 de maio de 2010
Três especialistas falam de três temas diferentes: Hipertensão, dietas e terceira idade. Assista!
Orientação é muito importante quando a gente resolve adotar uma nova dieta ou mudar o estilo de vida. Nunca é muito tarde nem muito cedo pra isso, e o bom ritmo é aquele faz a gente ter vontade de dançar com ele. Vale uma passeadinha pelo portal www.portalclubea8.com.br
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Tem certas viagens que se faz, que são boas do começo ao fim, e essa última que fiz a Israel foi surpreendentemente ótima.
A gastronomia até pouco tempo desvalorizada deu um impressionante salto e desde padarias a restaurantes e bistrôs ultra sofisticados a queijarias e vinícolas com produtos excelentes entremeados por shuks (mercados árabes) coloridíssimos, Israel foi uma surpresa de qualidade no que diz respeito ao gosto pela comida e a fusão, numa cozinha regida a cada tanto por uma leva de imigrantes de algum lugar do mundo.
Tradições culturais gastronômicas são parcialmente mantidas, de alguma forma o clima vai influenciando as preferências e a variedade dos novos sabores obrigatoriamente se mistura aos já conhecidos.
Durante conversas que mantive com algumas pessoas ficou a certeza de que a comida que trazem de casa e que se perpetua por gerações é a ligação primordial de cada um com sua terra, com sua família e com a preservação das lembranças mais afetuosas que fazem parte de seu cotidiano desde a mais tenra infância. Aqui há espaço e gosto para tudo e, meu Deus, as frutas, legumes e verduras têm sabor tão intacto que pode-se comer sem parar e inventar comidas por dias sem fim e foi exatamente o que fiz.
O malabi é um manjar doce, vendido em carrocinhas no mercado e o vendedor me passou essa receita:
Malabi de farinha de arroz
Ingredientes:
1 l de leite
½ xc de farinha de arroz
½ xc de açúcar
2 cls de sopa de água de rosas
1 cl de chá de baunilha
geléia de cassis ou de amoras
Pistache picado
Preparo:
Despeje a farinha em uma tigela e acrescente 100 ml de leite, misturando bem para não encaroçar. Ferva o restante do leite e o açúcar em fogo brando. Acrescente a mistura da farinha de arroz e misture sem desmanchar o mingau que é a base da sobremesa. Diminua a temperatura e cozinhe por mais 5 minutos. Adicione a baunilha e a água de rosas. Distribua o malabi em pequenas tigelas individuais. Guarneça com a geléia e o pistache.
Esfrie completamente antes de refrigerar.
A gastronomia até pouco tempo desvalorizada deu um impressionante salto e desde padarias a restaurantes e bistrôs ultra sofisticados a queijarias e vinícolas com produtos excelentes entremeados por shuks (mercados árabes) coloridíssimos, Israel foi uma surpresa de qualidade no que diz respeito ao gosto pela comida e a fusão, numa cozinha regida a cada tanto por uma leva de imigrantes de algum lugar do mundo.
Tradições culturais gastronômicas são parcialmente mantidas, de alguma forma o clima vai influenciando as preferências e a variedade dos novos sabores obrigatoriamente se mistura aos já conhecidos.
Durante conversas que mantive com algumas pessoas ficou a certeza de que a comida que trazem de casa e que se perpetua por gerações é a ligação primordial de cada um com sua terra, com sua família e com a preservação das lembranças mais afetuosas que fazem parte de seu cotidiano desde a mais tenra infância. Aqui há espaço e gosto para tudo e, meu Deus, as frutas, legumes e verduras têm sabor tão intacto que pode-se comer sem parar e inventar comidas por dias sem fim e foi exatamente o que fiz.
O malabi é um manjar doce, vendido em carrocinhas no mercado e o vendedor me passou essa receita:
Malabi de farinha de arroz
Ingredientes:
1 l de leite
½ xc de farinha de arroz
½ xc de açúcar
2 cls de sopa de água de rosas
1 cl de chá de baunilha
geléia de cassis ou de amoras
Pistache picado
Preparo:
Despeje a farinha em uma tigela e acrescente 100 ml de leite, misturando bem para não encaroçar. Ferva o restante do leite e o açúcar em fogo brando. Acrescente a mistura da farinha de arroz e misture sem desmanchar o mingau que é a base da sobremesa. Diminua a temperatura e cozinhe por mais 5 minutos. Adicione a baunilha e a água de rosas. Distribua o malabi em pequenas tigelas individuais. Guarneça com a geléia e o pistache.
Esfrie completamente antes de refrigerar.
sábado, 3 de abril de 2010
Big oyster
Lendo Big Oyster de Mark Kurlansky pude observar mais de perto aquilo que de uma maneira ou de outra, todos suspeitamos, ‘’da capacidade que a comida tem de nos conectar com a profundidade do nosso lugar no mundo e mostrar como nosso alimento está vitalmente ligado à saúde do mundo natural (*Alice Waters)’’.
Ostras foram durante séculos fonte de alimento, moeda de troca, motivo de socialização e inspiração para pinturas de natureza morta, letras de música e poesias e ingrediente indispensável na culinária européia. Bingo!
Surgia o primeiro elo de contato entre os nativos americanos e os homens salgados, que assim lançaram suas âncoras no rio Hudson para desfrutar de tudo o que essa terra fértil em que chegaram podia proporcionar e foram felizes para sempre, ou pensaram que seriam.
Os frutos que crescem de forma espontânea, sejam quais forem, contam a história de seus habitantes, seu tipo de pele, altura, doenças mais ou menos características, falam de sua tradição, dos alimentos que sempre circularam na família e que perderam o cunho de segredo de estado desde que resolvemos dissecar cada alimento até sua última fibra para saber qual a propriedade, a vitamina ou o mineral que contêm e em que quantidade irá nos proporcionar o que.
Comer, como os demais atos prazerosos, é mais uma tarefa a ser cumprida diariamente para medir nosso desempenho.
A natureza criou sem nossa interferência e durante muitos séculos, alimentos próprios a cada estação e aos humores de nossa digestão.
Aquilo que crescia num dado país em tal época definia claramente a estação e o tipo de atividade desempenhado em uma comunidade em determinado tempo.
Parece que nossa insistente interferência atrapalhou tanto esse processo que até mesmo nossa identidade alimentar, leia-se solo e clima, foi ficando confusa.
Atualmente são diversas as intolerâncias alimentares, e cada vez mais comuns, e eu não me lembro de nada parecido quando era pequena e comia a comida preparada ou orientada por minha mãe e minhas tias.
Esquecemos, e talvez nosso corpo também, do conforto de uma comida caseira, sem tanto gelo ou aditivos em seu contorno tão bem aparado que mesmo as frutas, legumes e verduras passaram a ter um perfil industrial, nos fazendo acreditar que a natureza realmente arquiteta produtos com simetria e gosto de enlatado.
Falamos da saúde japonesa e da mediterrânea com a boca cheia de propriedade e nos empenhamos em seguir sua dieta para sermos mais saudáveis, mas eu me pergunto se quando lá as comidas modernas começarem a fazer efeito contrário, qual a dieta que iremos adotar?
*Alice Waters, chef, escritora e proprietária do Chez Panisse, é uma Americana pioneira e defensora da filosofia de uma culinária baseada no uso dos ingredientes mais frescos e de melhor qualidade, produto de cultura local auto sustentável.
Ostras foram durante séculos fonte de alimento, moeda de troca, motivo de socialização e inspiração para pinturas de natureza morta, letras de música e poesias e ingrediente indispensável na culinária européia. Bingo!
Surgia o primeiro elo de contato entre os nativos americanos e os homens salgados, que assim lançaram suas âncoras no rio Hudson para desfrutar de tudo o que essa terra fértil em que chegaram podia proporcionar e foram felizes para sempre, ou pensaram que seriam.
Os frutos que crescem de forma espontânea, sejam quais forem, contam a história de seus habitantes, seu tipo de pele, altura, doenças mais ou menos características, falam de sua tradição, dos alimentos que sempre circularam na família e que perderam o cunho de segredo de estado desde que resolvemos dissecar cada alimento até sua última fibra para saber qual a propriedade, a vitamina ou o mineral que contêm e em que quantidade irá nos proporcionar o que.
Comer, como os demais atos prazerosos, é mais uma tarefa a ser cumprida diariamente para medir nosso desempenho.
A natureza criou sem nossa interferência e durante muitos séculos, alimentos próprios a cada estação e aos humores de nossa digestão.
Aquilo que crescia num dado país em tal época definia claramente a estação e o tipo de atividade desempenhado em uma comunidade em determinado tempo.
Parece que nossa insistente interferência atrapalhou tanto esse processo que até mesmo nossa identidade alimentar, leia-se solo e clima, foi ficando confusa.
Atualmente são diversas as intolerâncias alimentares, e cada vez mais comuns, e eu não me lembro de nada parecido quando era pequena e comia a comida preparada ou orientada por minha mãe e minhas tias.
Esquecemos, e talvez nosso corpo também, do conforto de uma comida caseira, sem tanto gelo ou aditivos em seu contorno tão bem aparado que mesmo as frutas, legumes e verduras passaram a ter um perfil industrial, nos fazendo acreditar que a natureza realmente arquiteta produtos com simetria e gosto de enlatado.
Falamos da saúde japonesa e da mediterrânea com a boca cheia de propriedade e nos empenhamos em seguir sua dieta para sermos mais saudáveis, mas eu me pergunto se quando lá as comidas modernas começarem a fazer efeito contrário, qual a dieta que iremos adotar?
*Alice Waters, chef, escritora e proprietária do Chez Panisse, é uma Americana pioneira e defensora da filosofia de uma culinária baseada no uso dos ingredientes mais frescos e de melhor qualidade, produto de cultura local auto sustentável.
terça-feira, 2 de março de 2010
A mente que se abre a uma nova idéia jamais voltará ao seu tamanho original. (Albert Einstein)
Cada um de nós vem de educação e orientações diferentes, e por isso mesmo muitas vezes temos resistência em aceitar aquilo que não se parece conosco.
Na verdade, tudo é questão de hábito e aculturação, disciplina e educação.
Às vezes pessoas me pedem conselhos para fazer uma mudança alimentar e acho que a mudança não pode ocorrer apenas na área dos alimentos ou está fadada a fracassar. Abrir mão de hábitos alimentares nem sempre é fácil, então calma com o andor que o santo é de barro!
Tudo bem que a cada semana podemos investir numa segunda feira para recomeçar, mas se os fracassos se tornam repetitivos, a tendência é desistir.
Se uma doença é a causa da adaptação alimentar, o primeiro passo talvez seja compreender do que se trata e o quanto a alimentação pode melhorar ou piorar essa condição.
Basicamente acredito na prevenção e acho que devemos tratar da saúde antes que a doença apareça. Porém o fato de termos uma vida saudável não nos garante saúde plena, que depende de uma série de fatores que nem sempre têm a ver com nosso comportamento ou vontade.
Comer é antes de tudo um prazer, além de ser a base de nossa sobrevivência. Desnecessário enumerar o que a falta de alimento pode causar a uma pessoa, porém o excesso não está longe de apresentar resultados semelhantes.
A comida sem atrativos, seja destinada a algum tipo de dieta ou não, é entediante e com o passar do tempo termina por nos frustrar, e ainda que tenha nos trazido algum resultado positivo não se mantém como opção por muito tempo.
Se a dieta foi para emagrecimento, a resposta a essa frustração pode ser o ganho de muitos quilos para compensar o sacrifício feito, e aí começa o processo sanfona que deixa nosso corpo enfraquecido em com cicatrizes na pele.
Flacidez, celulites, estrias, além das marcas de subnutrição que atingem unhas, ossos e cabelos.
Em qualquer idade as dietas devem seguir orientação médica e para dar continuidade a essa orientação seria bom freqüentar um curso ou vários na área de alimentação ou então contar com profissional da área que faça um levantamento completo do gosto, estilo de vida e necessidade pessoal e assim forneça orientação e cardápio personalizado que facilite a mudança.
À partir do mês de maio começo a ministrar aulas e desde já estou fazendo assessorias para dietas personalizadas* e cardápios para estabelecimentos, principalmente SPAS, que queiram ter como opção um cardápio de gastronomia rejuvenescedora.
*no caso de dietas médicas é preciso contato com o médico e/ou nutricionista antes da formulação de dieta.
Na verdade, tudo é questão de hábito e aculturação, disciplina e educação.
Às vezes pessoas me pedem conselhos para fazer uma mudança alimentar e acho que a mudança não pode ocorrer apenas na área dos alimentos ou está fadada a fracassar. Abrir mão de hábitos alimentares nem sempre é fácil, então calma com o andor que o santo é de barro!
Tudo bem que a cada semana podemos investir numa segunda feira para recomeçar, mas se os fracassos se tornam repetitivos, a tendência é desistir.
Se uma doença é a causa da adaptação alimentar, o primeiro passo talvez seja compreender do que se trata e o quanto a alimentação pode melhorar ou piorar essa condição.
Basicamente acredito na prevenção e acho que devemos tratar da saúde antes que a doença apareça. Porém o fato de termos uma vida saudável não nos garante saúde plena, que depende de uma série de fatores que nem sempre têm a ver com nosso comportamento ou vontade.
Comer é antes de tudo um prazer, além de ser a base de nossa sobrevivência. Desnecessário enumerar o que a falta de alimento pode causar a uma pessoa, porém o excesso não está longe de apresentar resultados semelhantes.
A comida sem atrativos, seja destinada a algum tipo de dieta ou não, é entediante e com o passar do tempo termina por nos frustrar, e ainda que tenha nos trazido algum resultado positivo não se mantém como opção por muito tempo.
Se a dieta foi para emagrecimento, a resposta a essa frustração pode ser o ganho de muitos quilos para compensar o sacrifício feito, e aí começa o processo sanfona que deixa nosso corpo enfraquecido em com cicatrizes na pele.
Flacidez, celulites, estrias, além das marcas de subnutrição que atingem unhas, ossos e cabelos.
Em qualquer idade as dietas devem seguir orientação médica e para dar continuidade a essa orientação seria bom freqüentar um curso ou vários na área de alimentação ou então contar com profissional da área que faça um levantamento completo do gosto, estilo de vida e necessidade pessoal e assim forneça orientação e cardápio personalizado que facilite a mudança.
À partir do mês de maio começo a ministrar aulas e desde já estou fazendo assessorias para dietas personalizadas* e cardápios para estabelecimentos, principalmente SPAS, que queiram ter como opção um cardápio de gastronomia rejuvenescedora.
*no caso de dietas médicas é preciso contato com o médico e/ou nutricionista antes da formulação de dieta.
Assinar:
Postagens (Atom)