Lendo Big Oyster de Mark Kurlansky pude observar mais de perto aquilo que de uma maneira ou de outra, todos suspeitamos, ‘’da capacidade que a comida tem de nos conectar com a profundidade do nosso lugar no mundo e mostrar como nosso alimento está vitalmente ligado à saúde do mundo natural (*Alice Waters)’’.
Ostras foram durante séculos fonte de alimento, moeda de troca, motivo de socialização e inspiração para pinturas de natureza morta, letras de música e poesias e ingrediente indispensável na culinária européia. Bingo!
Surgia o primeiro elo de contato entre os nativos americanos e os homens salgados, que assim lançaram suas âncoras no rio Hudson para desfrutar de tudo o que essa terra fértil em que chegaram podia proporcionar e foram felizes para sempre, ou pensaram que seriam.
Os frutos que crescem de forma espontânea, sejam quais forem, contam a história de seus habitantes, seu tipo de pele, altura, doenças mais ou menos características, falam de sua tradição, dos alimentos que sempre circularam na família e que perderam o cunho de segredo de estado desde que resolvemos dissecar cada alimento até sua última fibra para saber qual a propriedade, a vitamina ou o mineral que contêm e em que quantidade irá nos proporcionar o que.
Comer, como os demais atos prazerosos, é mais uma tarefa a ser cumprida diariamente para medir nosso desempenho.
A natureza criou sem nossa interferência e durante muitos séculos, alimentos próprios a cada estação e aos humores de nossa digestão.
Aquilo que crescia num dado país em tal época definia claramente a estação e o tipo de atividade desempenhado em uma comunidade em determinado tempo.
Parece que nossa insistente interferência atrapalhou tanto esse processo que até mesmo nossa identidade alimentar, leia-se solo e clima, foi ficando confusa.
Atualmente são diversas as intolerâncias alimentares, e cada vez mais comuns, e eu não me lembro de nada parecido quando era pequena e comia a comida preparada ou orientada por minha mãe e minhas tias.
Esquecemos, e talvez nosso corpo também, do conforto de uma comida caseira, sem tanto gelo ou aditivos em seu contorno tão bem aparado que mesmo as frutas, legumes e verduras passaram a ter um perfil industrial, nos fazendo acreditar que a natureza realmente arquiteta produtos com simetria e gosto de enlatado.
Falamos da saúde japonesa e da mediterrânea com a boca cheia de propriedade e nos empenhamos em seguir sua dieta para sermos mais saudáveis, mas eu me pergunto se quando lá as comidas modernas começarem a fazer efeito contrário, qual a dieta que iremos adotar?
*Alice Waters, chef, escritora e proprietária do Chez Panisse, é uma Americana pioneira e defensora da filosofia de uma culinária baseada no uso dos ingredientes mais frescos e de melhor qualidade, produto de cultura local auto sustentável.
sábado, 3 de abril de 2010
terça-feira, 2 de março de 2010
A mente que se abre a uma nova idéia jamais voltará ao seu tamanho original. (Albert Einstein)
Cada um de nós vem de educação e orientações diferentes, e por isso mesmo muitas vezes temos resistência em aceitar aquilo que não se parece conosco.
Na verdade, tudo é questão de hábito e aculturação, disciplina e educação.
Às vezes pessoas me pedem conselhos para fazer uma mudança alimentar e acho que a mudança não pode ocorrer apenas na área dos alimentos ou está fadada a fracassar. Abrir mão de hábitos alimentares nem sempre é fácil, então calma com o andor que o santo é de barro!
Tudo bem que a cada semana podemos investir numa segunda feira para recomeçar, mas se os fracassos se tornam repetitivos, a tendência é desistir.
Se uma doença é a causa da adaptação alimentar, o primeiro passo talvez seja compreender do que se trata e o quanto a alimentação pode melhorar ou piorar essa condição.
Basicamente acredito na prevenção e acho que devemos tratar da saúde antes que a doença apareça. Porém o fato de termos uma vida saudável não nos garante saúde plena, que depende de uma série de fatores que nem sempre têm a ver com nosso comportamento ou vontade.
Comer é antes de tudo um prazer, além de ser a base de nossa sobrevivência. Desnecessário enumerar o que a falta de alimento pode causar a uma pessoa, porém o excesso não está longe de apresentar resultados semelhantes.
A comida sem atrativos, seja destinada a algum tipo de dieta ou não, é entediante e com o passar do tempo termina por nos frustrar, e ainda que tenha nos trazido algum resultado positivo não se mantém como opção por muito tempo.
Se a dieta foi para emagrecimento, a resposta a essa frustração pode ser o ganho de muitos quilos para compensar o sacrifício feito, e aí começa o processo sanfona que deixa nosso corpo enfraquecido em com cicatrizes na pele.
Flacidez, celulites, estrias, além das marcas de subnutrição que atingem unhas, ossos e cabelos.
Em qualquer idade as dietas devem seguir orientação médica e para dar continuidade a essa orientação seria bom freqüentar um curso ou vários na área de alimentação ou então contar com profissional da área que faça um levantamento completo do gosto, estilo de vida e necessidade pessoal e assim forneça orientação e cardápio personalizado que facilite a mudança.
À partir do mês de maio começo a ministrar aulas e desde já estou fazendo assessorias para dietas personalizadas* e cardápios para estabelecimentos, principalmente SPAS, que queiram ter como opção um cardápio de gastronomia rejuvenescedora.
*no caso de dietas médicas é preciso contato com o médico e/ou nutricionista antes da formulação de dieta.
Na verdade, tudo é questão de hábito e aculturação, disciplina e educação.
Às vezes pessoas me pedem conselhos para fazer uma mudança alimentar e acho que a mudança não pode ocorrer apenas na área dos alimentos ou está fadada a fracassar. Abrir mão de hábitos alimentares nem sempre é fácil, então calma com o andor que o santo é de barro!
Tudo bem que a cada semana podemos investir numa segunda feira para recomeçar, mas se os fracassos se tornam repetitivos, a tendência é desistir.
Se uma doença é a causa da adaptação alimentar, o primeiro passo talvez seja compreender do que se trata e o quanto a alimentação pode melhorar ou piorar essa condição.
Basicamente acredito na prevenção e acho que devemos tratar da saúde antes que a doença apareça. Porém o fato de termos uma vida saudável não nos garante saúde plena, que depende de uma série de fatores que nem sempre têm a ver com nosso comportamento ou vontade.
Comer é antes de tudo um prazer, além de ser a base de nossa sobrevivência. Desnecessário enumerar o que a falta de alimento pode causar a uma pessoa, porém o excesso não está longe de apresentar resultados semelhantes.
A comida sem atrativos, seja destinada a algum tipo de dieta ou não, é entediante e com o passar do tempo termina por nos frustrar, e ainda que tenha nos trazido algum resultado positivo não se mantém como opção por muito tempo.
Se a dieta foi para emagrecimento, a resposta a essa frustração pode ser o ganho de muitos quilos para compensar o sacrifício feito, e aí começa o processo sanfona que deixa nosso corpo enfraquecido em com cicatrizes na pele.
Flacidez, celulites, estrias, além das marcas de subnutrição que atingem unhas, ossos e cabelos.
Em qualquer idade as dietas devem seguir orientação médica e para dar continuidade a essa orientação seria bom freqüentar um curso ou vários na área de alimentação ou então contar com profissional da área que faça um levantamento completo do gosto, estilo de vida e necessidade pessoal e assim forneça orientação e cardápio personalizado que facilite a mudança.
À partir do mês de maio começo a ministrar aulas e desde já estou fazendo assessorias para dietas personalizadas* e cardápios para estabelecimentos, principalmente SPAS, que queiram ter como opção um cardápio de gastronomia rejuvenescedora.
*no caso de dietas médicas é preciso contato com o médico e/ou nutricionista antes da formulação de dieta.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Berinjelas
Alimento de poucas calorias e muitos nutrientes, a berinjela é um fruto originário da região da Índia.
Rica em vitaminas A, C, B1, B2 e B3, a berinjela é também uma importante fonte de betacaroteno.
Estudos recentes a apontam como redutor de colesterol e excelente fonte de potássio, cálcio, ferro cobre e magnésio e proteínas.
Na culinária se presta a diversos papéis, é inclusive usado na confecção de doces e geléias exóticas.
Uma maneira de prepará-los que faz com que fiquem mais macios e saborosos é mergulhá-los em água e sal até que a água fique turva e o visgo que causa amargor seja eliminado.
Uma maneira saudável e saborosa de comer berinjelas é o ‘ratatouille’, ou "ragu grosseiro", uma receita da região da Provença, na França, com toques mediterrâneos. Pode ser comido quente, ou frio (processado na forma de patê), sozinho ou como acompanhamento de praticamente tudo.
Eu gosto de servir com couscous ao shitake ou espaguete integral.
Ingredientes para um ratatouille rápido
Uma berinjela com casca, cortada em cubos
Tomates inteiros enlatados (os italianos, que não contém agrotóxicos à base de mercúrio)
Alho picado a gosto
2 colheres de azeite
½ copo de vinho tinto de boa procedência
Orégano fresco picado
Sal
Preparo:
Deixe a berinjela, já cortada, de molho na água e sal por uns 10 minutos. Escorra e seque. Em fogo brando refogue as berinjelas no alho e azeite e acrescente os tomates. Tampe e mantenha o fogo brando por 5/10 minutos.
Acrescente o vinho e por último o orégano. Apague o fogo, mantenha a panela fechada e deixe que termine o cozimento no vapor.
Couscous ao shitake
-Existe no mercado um couscous que vem em saquinhos-
Ingredientes
Uma medida de couscous
1 e ½ medidas de água ligeiramente salgada
3 ou 4 shitakes desidratados
Azeite de trufas ou virgem
Preparo:
Siga as instruções do fabricante e quando estiver pronto regue com um fio de azeite, misture bem e coloque num aro de enformar, disponha o shitake por cima. Sirva com o ratatouille disposto na lateral do aro e só então desenforme. Guarneça com um pequeno galho de orégano fresco.
Rica em vitaminas A, C, B1, B2 e B3, a berinjela é também uma importante fonte de betacaroteno.
Estudos recentes a apontam como redutor de colesterol e excelente fonte de potássio, cálcio, ferro cobre e magnésio e proteínas.
Na culinária se presta a diversos papéis, é inclusive usado na confecção de doces e geléias exóticas.
Uma maneira de prepará-los que faz com que fiquem mais macios e saborosos é mergulhá-los em água e sal até que a água fique turva e o visgo que causa amargor seja eliminado.
Uma maneira saudável e saborosa de comer berinjelas é o ‘ratatouille’, ou "ragu grosseiro", uma receita da região da Provença, na França, com toques mediterrâneos. Pode ser comido quente, ou frio (processado na forma de patê), sozinho ou como acompanhamento de praticamente tudo.
Eu gosto de servir com couscous ao shitake ou espaguete integral.
Ingredientes para um ratatouille rápido
Uma berinjela com casca, cortada em cubos
Tomates inteiros enlatados (os italianos, que não contém agrotóxicos à base de mercúrio)
Alho picado a gosto
2 colheres de azeite
½ copo de vinho tinto de boa procedência
Orégano fresco picado
Sal
Preparo:
Deixe a berinjela, já cortada, de molho na água e sal por uns 10 minutos. Escorra e seque. Em fogo brando refogue as berinjelas no alho e azeite e acrescente os tomates. Tampe e mantenha o fogo brando por 5/10 minutos.
Acrescente o vinho e por último o orégano. Apague o fogo, mantenha a panela fechada e deixe que termine o cozimento no vapor.
Couscous ao shitake
-Existe no mercado um couscous que vem em saquinhos-
Ingredientes
Uma medida de couscous
1 e ½ medidas de água ligeiramente salgada
3 ou 4 shitakes desidratados
Azeite de trufas ou virgem
Preparo:
Siga as instruções do fabricante e quando estiver pronto regue com um fio de azeite, misture bem e coloque num aro de enformar, disponha o shitake por cima. Sirva com o ratatouille disposto na lateral do aro e só então desenforme. Guarneça com um pequeno galho de orégano fresco.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Gastronomia rejuvenescedora
Através da alimentação balanceada podemos reequilibrar nosso funcionamento interno que se reflete em nossa pele, unhas e cabelos.
Quando bem alimentados, nosso olhar fica mais fresco, nossos ossos mais fortes, o hálito mais perfumado. O próprio corpo exala um perfume diferente...
Com a digestão funcionando plenamente nosso humor também melhora.
Em qualquer idade quando nos descuidamos de nossa alimentação, o corpo vai aos poucos ‘roubando’ nossas reservas e terminamos depauperados.
Certamente depois dos 40 anos os efeitos são mais palpáveis e visíveis.
São muitos os fatores que nos fazem aparentar uma ou outra forma física, mas certamente os alimentos têm um papel fundamental em nossa saúde e na manutenção de nossa juventude
Gastamos fortunas em academias, processos estéticos e suplementos e talvez fosse interessante entender que é mais fácil manter peso, saúde e juventude através do equilíbrio de uma rotina menos estressante.
Quanto mais stress, esforço físico e ansiedade, mais combustível nosso organismo queima, e se não nos alimentamos corretamente, damos início a um processo de degeneração que vai minando nossa saúde, às vezes em doses homeopáticas, às vezes mais rapidamente.
A verdade é que tudo tem seu preço e se exageramos para mais ou para menos vamos ter resultados equivalentes.
Quando nossa alimentação fica desequilibrada, aumentamos ou diminuímos muito o peso, perdemos o viço por subnutrição.
Não só os muito magros podem estar subnutridos, os obesos também podem sofrer de subnutrição, e os efeitos colaterais da subnutrição podem ser irreversíveis.
A anemia causada pela falta de ferro, por exemplo, pode causar entre outros problemas a depressão orgânica e a flacidez muscular.
Infelizmente podemos ver diariamente, independente da classe social, adolescentes com pele, corpos, dentição e postura lamentáveis, além de enfermidades que normalmente são características em pessoas bastante mais velhas.
Dito isto, e até por isso mesmo, devemos buscar uma alimentação variada e que nos estimule a querer comer e não que se torne uma obrigação ruim e nos faça buscar ‘porcarias’ o tempo todo.
A gastronomia rejuvenescedora tem como meta fazer da alimentação saudável um prazer onde a maioria das dietas falham e nos fazem desistir.
Como chef cordon vert, aprendi o suficiente de nutrição não para ser uma nutricionista, mas para juntar os alimentos de forma bonita, saudável e saborosa.
O prazer de comer nos remete a um estado de felicidade saudável, e como tudo, precisa de aprendizado.
Quando bem alimentados, nosso olhar fica mais fresco, nossos ossos mais fortes, o hálito mais perfumado. O próprio corpo exala um perfume diferente...
Com a digestão funcionando plenamente nosso humor também melhora.
Em qualquer idade quando nos descuidamos de nossa alimentação, o corpo vai aos poucos ‘roubando’ nossas reservas e terminamos depauperados.
Certamente depois dos 40 anos os efeitos são mais palpáveis e visíveis.
São muitos os fatores que nos fazem aparentar uma ou outra forma física, mas certamente os alimentos têm um papel fundamental em nossa saúde e na manutenção de nossa juventude
Gastamos fortunas em academias, processos estéticos e suplementos e talvez fosse interessante entender que é mais fácil manter peso, saúde e juventude através do equilíbrio de uma rotina menos estressante.
Quanto mais stress, esforço físico e ansiedade, mais combustível nosso organismo queima, e se não nos alimentamos corretamente, damos início a um processo de degeneração que vai minando nossa saúde, às vezes em doses homeopáticas, às vezes mais rapidamente.
A verdade é que tudo tem seu preço e se exageramos para mais ou para menos vamos ter resultados equivalentes.
Quando nossa alimentação fica desequilibrada, aumentamos ou diminuímos muito o peso, perdemos o viço por subnutrição.
Não só os muito magros podem estar subnutridos, os obesos também podem sofrer de subnutrição, e os efeitos colaterais da subnutrição podem ser irreversíveis.
A anemia causada pela falta de ferro, por exemplo, pode causar entre outros problemas a depressão orgânica e a flacidez muscular.
Infelizmente podemos ver diariamente, independente da classe social, adolescentes com pele, corpos, dentição e postura lamentáveis, além de enfermidades que normalmente são características em pessoas bastante mais velhas.
Dito isto, e até por isso mesmo, devemos buscar uma alimentação variada e que nos estimule a querer comer e não que se torne uma obrigação ruim e nos faça buscar ‘porcarias’ o tempo todo.
A gastronomia rejuvenescedora tem como meta fazer da alimentação saudável um prazer onde a maioria das dietas falham e nos fazem desistir.
Como chef cordon vert, aprendi o suficiente de nutrição não para ser uma nutricionista, mas para juntar os alimentos de forma bonita, saudável e saborosa.
O prazer de comer nos remete a um estado de felicidade saudável, e como tudo, precisa de aprendizado.
Pra ficarmos um pouco por dentro do que comemos
Vitamina A- ácido retinóico-
Frutas que contém vitamina A em boas quantidades - melão, damasco, papaia, manga.
Vegetais ricos em vitamina A - cenoura, brócolis, batata doce, couve, espinafre, abóbora, ervilha, beterraba.
Outras fontes de vitamina A - Fígado (maior fonte), manteiga, ovos.
Vitamina B- responsável pela manutenção da saúde emocional e mental do ser humano.
As vitaminas B (como B1, B2, B3, B5, B6, B7, B9 e B12) vêm de numerosas fontes naturais como: batatas, bananas, lentilhas, pimenta, óleo de fígado, peru e atum. Levedo e melado são duas fontes especialmente boas de vitaminas B.
Vitamina E- antioxidante poderoso que demonstra ter efeitos contra a deterioração das células e contra o envelhecimento
A vitamina E é obtida pelas plantas através da luz solar. Boas fontes de vitamina E são sementes de girassol, nozes, amendoim e germe de trigo.
Vitamina C- a principal função é a hidroxilação do colágeno, a proteína que dá resistência a ossos, dentes, tendões e paredes dos vasos sanguíneos. Poderoso antioxidante.
As fontes naturais mais ricas de vitamina C são frutas e vegetais. Algumas frutas e vegetais ricos em vitamina C : acerola, kiwi, pimentão, pimenta malagueta, brócolis e frutas cítricas.
Vitamina D- promove a absorção de cálcio (após a exposição à luz solar), essencial para o desenvolvimento normal dos ossos e dentes, atua também, como recentemente descoberto, no sistema imune, no coração, no cérebro e na secreção de insulina pelo pâncreas.
A vitamina D é produzida na pele exposta ao sol. Em lugares nos quais há pouca exposição solar é importante incluir alimentos com vitamina D na dieta diária tais como: óleo de peixe, peixes gordurosos (salmão, sardinha, bagre, cavalinha, atum), cogumelos e ovo.
A vitamina K - nome genérico para diversas substâncias necessárias à coagulação normal do sangue.
É encontrada em vegetais como espinafre, alface, repolho, soja e brócolis, no farelo de trigo, carnes, cereais, frutas como o abacate, kiwi e banana, nos laticínios, e ovos.
Frutas que contém vitamina A em boas quantidades - melão, damasco, papaia, manga.
Vegetais ricos em vitamina A - cenoura, brócolis, batata doce, couve, espinafre, abóbora, ervilha, beterraba.
Outras fontes de vitamina A - Fígado (maior fonte), manteiga, ovos.
Vitamina B- responsável pela manutenção da saúde emocional e mental do ser humano.
As vitaminas B (como B1, B2, B3, B5, B6, B7, B9 e B12) vêm de numerosas fontes naturais como: batatas, bananas, lentilhas, pimenta, óleo de fígado, peru e atum. Levedo e melado são duas fontes especialmente boas de vitaminas B.
Vitamina E- antioxidante poderoso que demonstra ter efeitos contra a deterioração das células e contra o envelhecimento
A vitamina E é obtida pelas plantas através da luz solar. Boas fontes de vitamina E são sementes de girassol, nozes, amendoim e germe de trigo.
Vitamina C- a principal função é a hidroxilação do colágeno, a proteína que dá resistência a ossos, dentes, tendões e paredes dos vasos sanguíneos. Poderoso antioxidante.
As fontes naturais mais ricas de vitamina C são frutas e vegetais. Algumas frutas e vegetais ricos em vitamina C : acerola, kiwi, pimentão, pimenta malagueta, brócolis e frutas cítricas.
Vitamina D- promove a absorção de cálcio (após a exposição à luz solar), essencial para o desenvolvimento normal dos ossos e dentes, atua também, como recentemente descoberto, no sistema imune, no coração, no cérebro e na secreção de insulina pelo pâncreas.
A vitamina D é produzida na pele exposta ao sol. Em lugares nos quais há pouca exposição solar é importante incluir alimentos com vitamina D na dieta diária tais como: óleo de peixe, peixes gordurosos (salmão, sardinha, bagre, cavalinha, atum), cogumelos e ovo.
A vitamina K - nome genérico para diversas substâncias necessárias à coagulação normal do sangue.
É encontrada em vegetais como espinafre, alface, repolho, soja e brócolis, no farelo de trigo, carnes, cereais, frutas como o abacate, kiwi e banana, nos laticínios, e ovos.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
substituindo o queijo na alimentação II
Grão de bico-
Espanta a depressão por ser rico em triptofano, um aminoácido essencial para a produção da serotonina.
É também excelente fonte de ferro, carboidratos e proteínas.
Mais nutritivo que o feijão, o grão-de-bico tem 30% de proteína, além de zinco, potássio, cálcio e magnésio.
Quando consumido diariamente, reduz o nível de colesterol ruim.
O grão contém hormônios vegetais usados na reposição hormonal, eficazes na prevenção da osteoporose e no combate a doenças do coração e câncer de cólon.
Para diabéticos e anêmicos é uma leguminosa essencial porque tem carboidratos que são digeridos e absorvidos lentamente, o que faz com que aumente a glicose aos poucos e reduza o nível de açúcar no sangue.
Sua casca é rica em celulose, que estimula o funcionamento dos intestinos, mas deve ser ingerida quando for orgânica, porque a casca retém insumos tóxicos.
Em alguns países árabes o grão de bico é consumido quente como o nosso feijão, apenas menos hidratado. É também servido em sopas e saladas e sua massa pode ser acrescentada na feitura de pães, emprestando um sabor especial.
A forma mais comum de consumo é na forma de houmus ou houmus be tahine.
Em árabe houmos quer dizer grão de bico e é possível prepará-lo com grãos secos ou diretamente da lata.
Pode ser cozido em panela de fundo de cobre e depois descascado e processado com limão, alho, cebola, um pouco de água e azeite.
Quando for servir regar com azeite e salpicar salsinha picada.
Serve como base de sanduíche de pão integral com abobrinhas e berinjelas, cortadas longitudinalmente, grelhadas com azeite, sal grosso e alecrim.
Espanta a depressão por ser rico em triptofano, um aminoácido essencial para a produção da serotonina.
É também excelente fonte de ferro, carboidratos e proteínas.
Mais nutritivo que o feijão, o grão-de-bico tem 30% de proteína, além de zinco, potássio, cálcio e magnésio.
Quando consumido diariamente, reduz o nível de colesterol ruim.
O grão contém hormônios vegetais usados na reposição hormonal, eficazes na prevenção da osteoporose e no combate a doenças do coração e câncer de cólon.
Para diabéticos e anêmicos é uma leguminosa essencial porque tem carboidratos que são digeridos e absorvidos lentamente, o que faz com que aumente a glicose aos poucos e reduza o nível de açúcar no sangue.
Sua casca é rica em celulose, que estimula o funcionamento dos intestinos, mas deve ser ingerida quando for orgânica, porque a casca retém insumos tóxicos.
Em alguns países árabes o grão de bico é consumido quente como o nosso feijão, apenas menos hidratado. É também servido em sopas e saladas e sua massa pode ser acrescentada na feitura de pães, emprestando um sabor especial.
A forma mais comum de consumo é na forma de houmus ou houmus be tahine.
Em árabe houmos quer dizer grão de bico e é possível prepará-lo com grãos secos ou diretamente da lata.
Pode ser cozido em panela de fundo de cobre e depois descascado e processado com limão, alho, cebola, um pouco de água e azeite.
Quando for servir regar com azeite e salpicar salsinha picada.
Serve como base de sanduíche de pão integral com abobrinhas e berinjelas, cortadas longitudinalmente, grelhadas com azeite, sal grosso e alecrim.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Substituindo o queijo na alimentação- capítulo I-
ABACATE-
A preferência nacional é com açúcar, mas é delicioso também quando preparado salgado, em forma de patê.
Basta amassar com um garfo, acrescentar gotas de limão, sal, pimenta ralada e se quiser salsa e cebolinha ou alho picado, pode-se acrescentar agar agar e manter refrigerado em pote bem fechado.
Enformado em 'ramekim'e servido em prato de sobremesa guarnecido com salada de agrião dá uma entrada super nutritiva e light.
Pesquisas relacionadas dão conta de que o abacate pode emagrecer, já que sua ingestão ajuda a reduzir o IG (índice de gordura), mantendo mais baixo o nível de glicose no sangue e a conseqüente produção de insulina orgânica.
Cento e dez gramas, aproximadamente uma metade de um abacate médio, fornece 500mg de potássio e mais de um terço da necessidade diária recomendada de folato (ácido fólico), 10% ou mais das necessidades diárias recomendadas de ferro, magnésio e vitaminas A, C, E e B6.
A metade que não for usada deve permanecer refrigerada e presa ao caroço.Limão deve ser passado nas bordas, para proteger o abacate dos radicais livres.
Os pequenos, antes importados,os avocados,já podem ser encontrados no mercado.
A casca é mais enrugada e o gosto um pouco menos pungente.
Rico em vitamina E, gorduras monoinsaturadas, sais minerais e
glutationa (poderoso antioxidante) quando consumido com freqüência, o abacate contribui para o aumento do HDL (bom colesterol).
Abacates não devem ser cozidos, mas nada impede que sejam misturados a comidas quentes, talvez no molho de tomate feito para massa quando for servida.
Dito tudo isso, reforço que a receita de queijo que está no blog pode ser produzida com leite de baixa lactose ou leite desnatado e uma ’isca’ de aproximadamente 120gr da coalhada usada para fazer o queijo pode ser guardada para reproduzir mais uma ou partidas.
Entre outras coisas esse 'queijo'pode fazer as vezes de creme para mousses doces ou salgadas, apenas não deve ser levado à fervura para não 'desandar'.
A preferência nacional é com açúcar, mas é delicioso também quando preparado salgado, em forma de patê.
Basta amassar com um garfo, acrescentar gotas de limão, sal, pimenta ralada e se quiser salsa e cebolinha ou alho picado, pode-se acrescentar agar agar e manter refrigerado em pote bem fechado.
Enformado em 'ramekim'e servido em prato de sobremesa guarnecido com salada de agrião dá uma entrada super nutritiva e light.
Pesquisas relacionadas dão conta de que o abacate pode emagrecer, já que sua ingestão ajuda a reduzir o IG (índice de gordura), mantendo mais baixo o nível de glicose no sangue e a conseqüente produção de insulina orgânica.
Cento e dez gramas, aproximadamente uma metade de um abacate médio, fornece 500mg de potássio e mais de um terço da necessidade diária recomendada de folato (ácido fólico), 10% ou mais das necessidades diárias recomendadas de ferro, magnésio e vitaminas A, C, E e B6.
A metade que não for usada deve permanecer refrigerada e presa ao caroço.Limão deve ser passado nas bordas, para proteger o abacate dos radicais livres.
Os pequenos, antes importados,os avocados,já podem ser encontrados no mercado.
A casca é mais enrugada e o gosto um pouco menos pungente.
Rico em vitamina E, gorduras monoinsaturadas, sais minerais e
glutationa (poderoso antioxidante) quando consumido com freqüência, o abacate contribui para o aumento do HDL (bom colesterol).
Abacates não devem ser cozidos, mas nada impede que sejam misturados a comidas quentes, talvez no molho de tomate feito para massa quando for servida.
Dito tudo isso, reforço que a receita de queijo que está no blog pode ser produzida com leite de baixa lactose ou leite desnatado e uma ’isca’ de aproximadamente 120gr da coalhada usada para fazer o queijo pode ser guardada para reproduzir mais uma ou partidas.
Entre outras coisas esse 'queijo'pode fazer as vezes de creme para mousses doces ou salgadas, apenas não deve ser levado à fervura para não 'desandar'.
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